7 de jan de 2011

Cenas de animações que me fazem recuperar a fé na humanidade.

 Olá leitores, como passaram as festas?
 Sabe, ultimamente eu tenho feito muitos posts sobre games, humor e reclamações, mas não tenho feito nada sobre filmes, coisas sérias e elogios.
 Desde o meu especial da Pixar (eu não vou passar o link, esse post já tem lidas o suficiente) eu não tenho tentado fazer nada que tentasse cativar um puco vocês, portanto eu vou partir para uma overdose com um artigo que é só sobre isso.
 Um artigo sobre os momentos em que você olha para a grande tela e pensa: "É por isso que eu vejo filmes".
 Vocês sabem quais, e todos tem um momento favorito desses, e agora eu vou mostrar alguns dos meus.
 Como vocês me conhecem, sabem que eu vou infestar essa lista de filmes da pixar, mas eu vou botar algumas coisas de outros estúdios também, esta não será um lista exclusiva da pixar.
 Nem preciso dizer que esse artigo está inundado com spoilers, por isso NÃO LEIA NADA SOBRE UM FILMES QUE VOCÊ AINDA NÃO TENHA VISTO, NÃO É EXAGERO DIZER QUE ALGUNS DOS MAIORES MOMENTOS DO CINEMA SERÃO NARRADOS NESSE ARTIGO. 
 Você foi avisado.
 Então vamos!
O gigante de ferro: Super Homem.
 Nós já vimos milhares de cenas de sacrifícios pelo bem comum no cinema, alguém que acaba com a sua vida para salvar outra ou outras.
 Mas eu não lembro de nenhum tão bom (e tão tocante) quanto o do gigante de ferro.
 Especialmente pois nesse filme o gigante não havia feito nada que o levasse à essa situação.
 Geralmente quando alguém se sacrifica no filme ele está envolvido na situação por escolha própria, ele sabe que cedo ou tarde ele poderia morrer, portanto quando a morte vem ele não está surpreso. Além disso o 'sacrificado' está perfeitamente ciente do que ele está salvando, ele conhece a situação ele entende o que se passa na mente das pessoas que está salvando. E por fim, ele sabe o que vai acontecer com ele.
 Mas quando o gigante voa em direção ao míssil que um militar americano disparou para destruí-lo (e que acabaria destruindo uma cidade inteira e todos os seus habitantes) ele não tinha certeza do que ocorreria com ele.
 Ele não fez nada para merecer isso, ele não fazia idéia do que iria acontecer com ele, ele não sabia o que ele estava salvando ou até mesmo se ele ia realmente salvar alguma coisa e o mais importante, ele é um ser puro inocente e bom.
 E nos seus momentos finais ele fecha os olhos sorri e diz para si-mesmo: "Super Homem". Pois ele havia ouvido as histórias do herói e das boas coisas que ele fazia.
 Eles estava indo em direção à algo que ele não conhecia, para proteger uma realidade que ele não entendia de uma ameaça que poderia resultar em uma morte hedionda lenta e dolorosa (pois como ele não sabia ao certo o que iria acontecer poderia ser qualquer coisa) e fazia isso com felicidade e orgulho.
 Essa cena alcança a perfeição narrativa, na minha opinião.
 Mas não é a única nessa lista.
Toy Story 2: Quando eu era amada.
 Quando se é criança, você não entende direito a morte, você não sabe o que é realmente se machucar, você nem sabe o que são coisas como estupro ou tortura.
 Você não conhece quase nada do mundo, pra você o seu mundo é a sua família.
 Então, como você ainda é muito inocente para temer certas coisas, seu maior medo provavelmente é o de ser abandonado. De um dia acordar e sua família, as pessoas que significam tudo para você, não te amarem mais.
 E é exatamente esse medo que se torna realidade para a vaqueira Jessie em Toy Story 2.
 Durante dois minutos e meio Jessie conta, ou melhor "canta", a sua trajetória de vida, de quando ela era feliz e completa, sendo vagarosamente esquecida até o seu total abandono.
 O filme não poupa as descrições da solidão, da infelicidade que era estar absolutamente sozinha no mundo.
 Essa cena é brutal na sua exposição, sem nenhum medo e nenhuma censura ela mostra a face do maior medo de uma criança, e ela ainda é mais forte em inglês (apesar da ótima dublagem e tradução brasileira). No original a música se chama "When Somebody loved me", quando Alguém me amava.
 Uma balada lenta, triste e sombria e brilhante.
 Após essa cena a o mundo não teve mais dúvidas, a pixar havia chegado para ficar.
 E já que estamos falando de Toy Story, é claro que nós não podemos nos esquecer de...
Toy Story 3: A cena da fornalha.
 Se você está lendo sem ter visto o filme, à despeito dos meus avisos eu digo PARE AGORA, você não quer saber essa cena sem ter visto o filme, essa cena é um obra prima do cinema, essa cena sozinha é mais do que o suficiente para render à pixar quantos oscars ela achar que merece. Você TEM que ver essa cena, você não pode ousar perde-la9sim, eu estou dizendo que alguma coisa superou Scott Pilgrim! Aproveitem, não acontecerá de novo).
 Primeiramente, vamos parabenizar a pixar por ter bolas para fazer essa sequência do jeito que está, seria muito mais fácil fazer o que a dreamworks faria e resetar a franquia para fazer um filme idiota.
 #Cof# Sherek Forever #Cof#
 Mas a pixar não fez isso, o primeiro toy story tratava da insegurança de Buzz e do ciúme de Woody, temas bem maduros para uma animação infantil, o segundo tratava do fato de que a relação com o Andy não duraria para sempre.
 Ambos os dois primeiros filmes narravam as decisões que os brinquedos tomaram para o futuro, e agora que eles já haviam planejado até o fim, só restava ver como eles reagiriam quando acontecesse, ou seja, agora a única coisa a fazer era fazer o Andy abandonar os brinquedos. 
 Não é algo que todos os estúdios de animação fariam. 
 Só por isso a pixar já merecia um prêmio, mas ninguém imaginava o que ela iria fazer em uma cena perto do final.
 Quando Woody, Buzz e o resto dos brinquedos estavam conseguindo fugir da creche SunnySide o Vilão do filme, o urso Lotso acaba jogando-os na lata de lixo, e eles são transportados para o lixão, lá eles acabam sendo jogados em uma esteira e logo percebem que essa esteira leva diretamente à uma imensa fornalha de derreter plástico.
 Desesperados Woody e Buzz só vêm uma saída, ajudar o urso Lotso à subir em uma escada que leva à um botão de desligamento de emergência, mas quando Lotso chega ao botão ele foge e os deixa para morrer.
 Nesse momento você pensa que eles vão conseguir armar um plano de última hora para escapar, mas isso não acontece. 
 Depois você pensa que nem todos os brinquedos vão cair, e que o que não cair vai arrumar um jeito de salvar os outros em um momento de coragem e auto-superação. Mas isso não acontece, todos eles caem na fornalha.
 Enquanto eles ainda estão no topo da pilha de plástico, descendo lentamente em direção ao fogo você pensa que Lotso irá voltar para salva-los, mas isso também não acontece.
 Quando eles começam à tentar se livrar do plástico você pensa que um deles irá recusar-se a morrer, contagiará os outros com a sua determinação e juntos eles bolarão um jeito de fugir, mas isso não acontece.
 O que realmente acontece é que naquela situação impossível nove dos maiores ícones do mundo da animação dão as mãos e fazem a única coisa que eles podem fazer nesse momento, aceitam a morte e desistem de tentar, tentam passar os seus últimos momentos vivos juntos uns dos outros enquanto aguardam a morte terrível que os aguarda à frente.
 Mas então a pixar mostra que ela ainda tem fé no bem, na justiça e em todos aqueles valores "idiotas" e "clichês".
 Nesse momento Woody e companhia são salvos pelos brinquedos alienígenas de apertar, então depois de cinco (dolorosos) minutos você pode finalmente pode respirar.
 Essa cena pode parecer boboca sendo narrada assim. E sim, é uma baita de uma Deus Ex Machina, mas quando você a assiste ela resulta na mais pura alegria, você conhece e ama esses personagens a quinze anos, a última coisa que você quer é que eles morram.
UP: A cena inicial e o livro de aventuras da Ellie.
 Estas são duas das melhores cenas do cinema da década, a primeira é a abertura de Up, logo após o jovem Carl conhecer a jovem Ellie tem um montagem musical, contando desde o casamento até a morte dela.
 Sem uma sílaba a pixar nos faz apaixonar por Ellie na mesma intensidade que Carl a ama, mostrar a diferença a o impacto que ela teve em sua vida, nos faz pensar em como Carl é afortunado em ter uma pessoa assim ao seu lado.
 Nós acompanhamos os momentos difíceis do casal quando eles descobrem que não podem ter filhos envelhecemos junto com eles e por fim quando Ellie morre nós sentimos todo o peso dessa perda.
 É o único filme até hoje que pode te fazer chorar com 15 minutos de exposição.
 Mas se você não chorou ainda, (não) fique tranquilo, a parte mais tocante está no fim.
 O grande objetivo de Carl desde que a sua esposa morreu foi por a sua casa no topo das quedas paraíso.
 Uma vez lá, Carl abre o livro de aventuras da Ellie, livro que ela havia criado quando criança para registrar as aventuras que ela teria quando chegasse lá.
 Então Carl abre o livro e descobre que ele não estava vazio como ele pensava, nele haviam fotos, não de aventuras tais como as crianças sonham ter, fotos dela e de Carl fotos da vida e do amor que eles tiveram, e no final está escrito: "Obrigada pela aventura, agora vá ter a sua".
 Essa é possivelmente a cena mais bonita e profunda desta década.
 Só de eu escreve-la já fico com uma ânsia de choro...E eu me orgulho...um pouco...
O Rei Leão: Pai... vamos para casa...
 Não...chore, macaco, não chore de novo, você já chorou o suficiente por causa dessa cena...
 Ok, falando sério, o rei leão é provavelmente o filme da minha vida, é o meu filme favorito desde que eu me lembro, eu assistia quarenta vezes por dia, e até hoje a minha mãe se arrepende por ter me ensinado como usar o vídeo, pois no segundo em que eu terminava de assistir eu já estava rebobinando para mais uma sessão.
 Eu AMAVA essa porra, com todas as minhas forças. Aliás, ainda amo.
 Tudo nesse filme é uma conquista, a trilha sonora de Elton John e Hans Zimmer é até hoje um dos melhores trabalhos de ambos, esse filme tem algumas das cenas mais icônicas da história do cinema e é claro, até hoje é um dos maiores geradores de lágrimas da história do cinema.
 Toy Story 2 se limitou à mostrar o maior medo de uma criança, e isso é muito, mas o rei leão CRIOU um medo para uma criança, o de MATAR alguém da sua própria família.
 Eu não estou brincando quando eu digo que o Rei Leão me ajudou a entender muito sobre a morte.
 Bem, eu vou explicar o pilar que faz dessa cena o que ela é: Mufasa.
 Mufasa, o pai de simba, é um herói para o seu filho, ele é um exemplo para ele, e acaba se tornado para nós também.
 Aí ele morre. E você chora.
 Chorou sim.
 Chorou sim!
 CHOROU SIM PORRA, ADMITA!!!!!!
 Mas na boa, O rei leão foi o melhor filme de 94, sem discussão!
 O que? Pulp Fiction é de 94!? Ããããã, bem o Rei Leão ainda é o segundo melhor filme de 94. Forrest Gump também? Bem, ele está em tercei...Quatro casamentos e um funeral também!? Aff!  Bem...O rei leão tá na lista...
 Nossa, 94 foi um bom ano para o cinema hein! Deve ter sido um ano tão bom pois eles estavam homenageando o nascimento de um certo blogger...
 "Quem?"
 ¬¬
Wall-e: A cena do lixão.
 O som no cinema é sem dúvida uma coisa ótima, mas tem os seus pontos negativos. Como tudo no mundo, diálogo em doses muito altas MATA um filme.
 Isso já aconteceu à todos, você está vendo um filme e tem alguém que simplesmente não cala a boca!
 Não só isso, as vezes um filme acaba se apoiando tanto no diálogo que se torna dependente dele, e mesmo tentando manter os diálogos breves e claros o filme não pode ser salvo. (A maior prova disso é O ultimo mestre do ar aonde além nenhum personagem cala a boca parece que qualquer linha de diálogo removida teria deixado o público sem entender xongas)
 Então Wall-e vem e reduz a comunicação oral ao mínimo. E holy shit, o resultado não poderia ser melhor!
 Essa comunicação alcança o seu ápice na cena em que Wall-e está morrendo, Então Eve decide passar os últimos momentos dele ao seu lado, mas Wall-e rejeita os afetos dela e "diz" (eu pus diz entre aspas pois ele demonstra isso sem uma palavra) que ela tem que levar a planta ao Holodetector.
 Então eva "diz" que isso não importa e que ela prefere ficar ao seu lado. Então Wall-e mostra a placa mãe, remove o seu olho e o põe no lugar.
 Então tudo fica claro como o dia, 90%¨dos diretores gastariam meia hora explicando tudo isso, mas a pixar sabe que o seu público é inteligente, ela sabe se fazer entender.
 Na verdade, essa foi a cena que me transformou no fã da pixar que eu sou hoje!
 Ah, e vocês já notaram que depois que você vê um filme da pixar você fica com vontade de dizer obrigado?
 Eu sempre fico, e eu já vi várias críticas que terminam com "obrigado Pixar".
 Só tem um outro estúdio que me dá vontade de agradecer depois que eu termino de assistir um filme dele. Um japonês, talvez você conheça...
A Viagem de Chihiro: Porra...o filme todo!
 É um pouco escroto da minha parte botar um filme inteiro quando eu estou falando de cenas, mas pra mim Miyazaki sempre foi melhor no quesito "conjunto da obra".
 É errado um filme todo aumentar a minha fé na humanidade ao invés de  uma ou outra cena?
 Foi por causa desse filme que eu pensei nesse artigo em primeiro lugar, eu estava vendo um anime particularmente ruim que se passava na idade média em um mundo fictício aonde magia existia. Eu estava pensando comigo mesmo, esse anime não se decide em que época se passa? A maioria das pessoas se vestem como algo em torno do fim da idade média, mas tem um monte de gente que se veste como no japão feudal. Tem uma mulher com uma roupa que parece de latex e outra como uma empregada dos anos de 1800.
 Foi aí que eu percebi o quão mal-construindo era o universo desse anime, então eu pensei "Como é que essa merda sai do mesmo país que fez a viagem de Chihiro ou o castelo animado? Um é a definição de lixo e o outro é um motivo para me recuperar a fé na humanidade."
 Então o motivo de eu ter escolhido A viagem de Chihiro para essa lista é a riqueza do universo que Miyazaki criou, na verdade todos os filmes deles transbordam em duas coisas: Riqueza de universo e Locação.
 Cada locação é tão inspirada como pode ser, o castelo animado (do filmo homônimo), os trilhos meio inundados da viagem de Chihiro, a grande árvore de meu vizinho Totoro, a casa de banhos (Chihiro), o mundo alagado de Ponyo. Todos os cenários são fantásticos.
 Eu coloquei a viagem de chihiro, mas qualquer filme do Miyazaki pode entrar nessa lista.
 Quando o pior filme do cara é uma obra prima como Ponyo nós temos um diretor bom pra caralho.
 E o Totoro é o ser fictício mais fofinho do mundo. Sem sombra de duvidas.
 "Ihhhhh macaco, chamando os bichos de fofinhos? Tá maio gay você..."
 Falar que o Totoro é fofo não é gay, é redundância.

 E chegamos ao fim de mais um artigo...
 Eu ia escrever mais, só que...só que..encheu o saco, ok? Além do mais eu acabei de alugar Deamon's Souls e eu quero aproveitar.
 Mas eu fico feliz de ter dividido esses momentos tão significantes para mim com vocês, eu sei que faltam muitos filmes como a bela e a fera (eu não falei desse pois eu vi a eras atrás e não lembro de nada) mas eu acho que cedo ou tarde eu vou fazer uma segunda parte desse artigo.
 E eu nem comecei a falar de Satoshi Kon...
 Ah, e eu aceito sugestões para o próximo artigo.
 Bem, espero que eu tenha conseguido transmitir uma fração da emoção que esses filmes causaram, do quanto eles significaram para mim.
 Então é isso, até o próximo artigo aonde eu vou falar de Animes!
 Sim, animes! Meu mais novo vício!
 "Cara, em quantas merdas tu se vicia por semana?"
 Depende do numero de horas em que eu fico acordado por semana...

12 comentários:

Avalanche(Lance) disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Avalanche(Lance) disse...

Porra macaco a cena do "Superman" do Gigante de Ferro além de me fazer chorar sempre que penso é um dos motivos que da vontade de bater em quem fala mal do azulão.

Nem posso falar(tirando o Viagem de Chichiro),a cena do lixão do Toy Story é uma das coisas mais fortes que já vi num filme, a falta de esperança só se compara com a música "1918" do Motorhead.

Mas estranhei uma cena da Pixar que acho incrível e vc não citou, no Ratattouie(filme que eu acho um saco), a cena final com o Crítico provando o prato camponês e se lembrando da infância acho fantástica, temos uma real nostalgia por outra pessoa que nem existe \o\

Vc como fã do filme até estranhei por não colocar essa cena.

Bem fui! e parabéns seu melhor post!

Lucas Sena disse...

Concordo com o Lance, Macaco, esse foi o seu melhor post.

E cara, sem palavras sobre aquela cena do Toy Store 3. Você descreveu exatamente como eu me senti quando vi aquela cena pela primeira vez.

E eu acho que outra cena que merecia entrar pra próxima lista é o final de Toy Store 3, quando Andy tem que ir para a faculdade pra arrumar suas coisas e se "transformar" num adulto, mas ao invés disso ele passa a tarde brincando com aquela menina, mostrando que todos nós temos um espírito de criança que não muda não importa o quanto a gente cresça ou negue.

Ou então a cena em que o Sullivan protege a Buu como se fosse sua própria filha e vai contra todo o sistema pra mostrar que o que eles fazem às crianças não está certo, mesmo que aquilo custe o seu emprego ou a sua vida.

Putz, lembrei de mais um monte aqui, hehehe.

Kaum disse...

aah..até desceu uma lágrima aqui..
"a cena do lixão do Toy Story é uma das coisas mais fortes que já vi num filme"[2]

é incrível uma cena dessas num "filme de criança"
se bem que quando eu assiti no cinema, as criancinhas sairam do sala tipo "whatever", e os marmanjos tudo empolgados e chorando..
he he

um filme que eu chorava pra caramba era "O cão e a raposa", da Disney.
eu não lembro muito a história, nem de que parte é tão triste...mas só sei que eu chorava nele

e nem vou comentar de Up!
sinceramente...sem palavras..

ótimo texto!

Evil Monkey disse...

Sério que vocês acharam que esse foi o meu melhor artigo? Eu estava meio "anoréxico" com esse post, eu olhava e pensava: "Tem alguma coisa errada..."

Lance: Tá anotado, vou falar de ratatouille no próximo!

Lucas: Como eu foi esquecer de monstros S.A.!? Burro, burro!

"bate com a cara na mesa repetidas vezes como auto-punição"

Kaum: A grande vatágem de up e Toy story 3 ser em 3d é que dá pra esconder o choro com os óculos.

O cão e a raposa... é, eu acho que eu chorei nesse filme também.

Anônimo disse...

Macaco, você esqueceu do filme da Era do Gelo, Alladin, A Bela e a Fera, Shrek ... Mas a sua lista tá otima!

renansora disse...

cara eu sou um amigo do Kaum e tava passando pelo blog dele quando eu vi no sugestão de blogs o título do seu texto,e o que eu vi?uma das melhores matérias de um blog que eu já vi...

cara vc quase me fez chorar de nostalgia.

parabéns mesmo!
me tornei seu fã!

Evil Monkey disse...

Pessoa desconhecida: Eu não diria que esqueci, eu tinha em mente colocar outros filmes, mas o artigo começou a ficar muito grande, então eu parei por aí, mas eu vou fazer uma segunda parte logo.

Horay, um novo leitor, agora eu tô devendo uma moeda pro Kaum.

E novamente, obrigado à todos pelos elogios, vocês deixaram esse pobre-coitado que vos escreve consideravelmente eufórico.

Jack, The Ripper disse...

Ótima postagem, adoro "Viagem de Chichiro" - acho que o já vi umas cinco vezes.

Mesmo com esta grande cena do gigante de ferro, simplesmente não consigo gostar do Supers-Homem. Quer dizer, não vejo graça em um invecível homem que porta uma cueca em cima das calças e apenas bota um óculos e penteia o cabelo para o lado para tornar-se irreconhecível.

Anônimo disse...

Posta uma foto sua aí no perfil! Curiosidade!

Evil Monkey disse...

Lamento, mas as fotos minhas que eu tenho são muito sexy para poder botar na web.

Matheus disse...

manda uma nota de 10 pro kaum logo mano

to aki tbm

=DDD

e a viagem de chihiro sempre foi e sempre será meu filme favorito

eu amo mtu os filmes desse cara
sao fodas ao extremo

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